Franquias em Portugal de baixo investimento: um negócio viável e rentável

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Crise para uns… oportunidade para outros! Os dados estatísticos apontam para um fluxo cada vez maior de brasileiros que emigram para Portugal com o intuito de fugirem da violência existente no Brasil, bem como do cenário político-econômico instável do país.

Uma das características mais marcantes desta atual “redescoberta” de Portugal é o fato de boa parte destes brasileiros serem profissionais altamente qualificados, ex executivos, empreendedores, aposentados, investidores ou detentores de renda própria no Brasil ou no estrangeiro.

E uma vez que decidem por Portugal, muitos vislumbram um cenário atrativo para o desenvolvimento de um negócio próprio. Não apenas por questões favoráveis do próprio mercado nacional, mas também em razão do seu próprio desejo pessoal.

Alguns são empreendedores natos, outros tantos são profissionais qualificados que desejam trilhar um novo percurso que provenha o seu sustento. Ou ainda pessoas que acumularam recursos ao longo da carreira e agora querem realizar um sonho antigo ou mesmo aposentados que ainda se sentem plenamente capazes de manter uma vida ativa.

E neste contexto atualmente existem oportunidades para todos os perfis e bolsos, incluindo franquias em Portugal de baixo investimento para aqueles mais conservadores e/ou que possuem um recurso inicial mais restrito à disposição. Confira mais detalhes a seguir.

Franquias em Portugal de baixo investimento: novo negócio x franquia consolidada

Para quem chega disposto a empreender em Portugal, as principais alternativas são:

1. Investir em um negócio próprio, partindo do zero, ou;
2. Abrir uma franquia, no qual se replica um modelo de negócio já existente.

Naturalmente, ambas as opções apresentam pontos positivos e negativos.

Em regra, investir num negócio novo exige um estudo de mercado mais aprofundado, buscando entender:

  • As características de consumo do comércio local, ou seja, qual a cultura onde está inserido;
  • Se existem microcomunidades ou microculturas em relação aos consumidores;
  • Qual a ideologia do mercado e quais os padrões sócio-econômicos do local.

Entretanto, isso demanda mais tempo e dinheiro, bem como aumenta o risco do empreendedor. Em contrapartida, um novo negócio confere ao empreendedor flexibilidade para se posicionar no mercado mais livremente.

Já investir numa franquia costuma apresentar como principal desvantagem o fato de estar “amarrado” à estratégia do franqueador. Contudo, se trata de um negócio mais seguro onde “a roda já foi inventada”, abrandando os riscos e exposição de seu tempo e dinheiro, pois o franqueador já têm domínio do mercado e sabe onde e como se posicionar.

Falando sobre franquias

Uma vez tomada a decisão para se tornar empreendedor no ramo das franquias, você deverá entender um pouco sobre o que se trata esta área, quais são os custos envolvidos e quais são as responsabilidades de cada parte (franqueador e franqueado). Este modelo de negócio pode ser empregado nos mais diversos setores da economia como em todas as dimensões de empresa, desde que seja replicável.

De modo geral, uma franquia é um negócio preexistente onde o franqueador (franchisador) concede ao franqueado (franchisado) o direito de usar seu nome e modelo de negócio em contrapartida de uma compensação financeira (royalties e/ou fee fixo). O franqueador geralmente força o franqueado a adotar um certo número de políticas operacionais que para manter um nível padrão de qualidade associado à sua marca.

Remuneração do franqueador

Como mencionado anteriormente, o formato de remuneração do franqueador pode ser baseado nos seguintes modelos (separadamente ou em conjunto):

1. Royalties, que serão um percentual sobre o faturamento do negócio;
2. Fee fixo, que é uma taxa fixa mensal que pode variar conforme faixas de faturamento;
3. Custo de publicidade, que geralmente é um percentual do faturamento do negócio (em regra, gerenciada de forma centralizada pelo franqueador).

Principais custos da franquia

Além da remuneração do franqueador, existirão os custos tradicionais das empresas que dependem do tamanho do negócio, bem como da área em que a mesma esteja empregada. Dentre as principais despesas, podemos elencar o custo de aluguel (arrendamento) do espaço, as contas de água, energia, gás e telecomunicações, mão de obra, custo de matéria-prima e serviços de apoio, capital de giro (fundo de maneio) e, finalmente, impostos.

Mas atenção! Adicionalmente, existem ainda outros custos que são destinados ao franqueador e ao negócio, e devem entrar na conta de rentabilidade deste investimento:

  • Direito de entrada – esta é uma taxa inicial que é paga diretamente ao franqueador referente ao direito de uso da marca e aos treinamentos e capacitações iniciais;
  • Investimento em obras, equipamentos e mobílias – apesar de presente num negócio próprio, no caso das franquias, o franqueador pode exigir a origem dos mesmos, podendo ser ele mesmo a fornecer (entrave da falta de liberdade);
  • Cauções – eventualmente podem ser solicitadas cauções pelo franqueador e pelo proprietário (o senhorio) do imóvel que será arrendado.

Por fim, deve ainda estar atento ao IVA (o Imposto sobre o Valor Acrescentado), que incide sobre o consumo de bens e serviços. Isto porque muitas vezes os valores de direito de entrada e investimento inicial são passados sem que o IVA esteja incluso, então é necessário dar atenção a este ponto para que não tenha surpresas no final, podendo ter um impacto de até 23% a mais em sua conta de investimento.

O franqueador muitas vezes omite este ponto de início não por má fé, mas porque considera que você conseguirá restituir o IVA através da compensação do mesmo, fruto da receita do início da operação do negócio. A grande questão é que você deverá contemplar este valor no desembolso inicial para posteriormente poder vir a ser reembolsado.

Saiba também como investir em imóveis em Portugal e ter rendimentos acima da média.

Qual a melhor opção de franquia?

Não há uma resposta geral e única para essa pergunta.

A decisão sobre a melhor opção de franquia deve ser não só baseada nos números apresentados pelo franqueador, como também na sintonia do negócio com o perfil do empreendedor. Não adianta querer abrir um negócio no ramo de estética se esta não é sua praia!

Deverá ainda avaliar as características do negócio tais como: necessidade de trabalho em equipe, tempo de dedicação, atendimento ao público, gestão de pessoas, etc. Importante verificar se estas características convergem com os seus objetivos e a sua disposição.

Busque explorar a experiência do franqueador fazendo questionamentos e tente agendar uma reunião com um franqueado da rede para que possa ter uma noção da realidade dos acontecimentos quanto ao atendimento e apoio do franqueador, quanto ao volume de negócios estimado e quanto às despesas previstas.

Adicionalmente, durante o processo de decisão, deverá ter em conta os seguintes aspectos que são apresentados pelo franqueador:

1. Um bom plano de negócios, bem fundamentado em experiências anteriores e com dimensões similares ao proposto;
2. Boa inteligência de mercado quanto ao posicionamento geográfico, fazendo análise de densidade populacional, raio de atuação e competidores;
3. Bom planejamento quanto ao treinamento seu (empresário do negócio) e sua equipe, assim como capacitações periódicas;
4. Boa estratégia de publicidade! Este ponto geralmente não é delegado ao franqueado, assim exija um bom retorno já que estará pagando por isso.

Sugerimos também que elabore uma tabela comparando os principais indicadores financeiros, nomeadamente:

  • Lucratividade do negócio – margem líquida de lucro;
  • Caixa livre anual (meios libertos) – capacidade de geração de caixa;
  • Valor Presente Líquido (VPL / NPV) – quanto o negócio estará valendo ao fim da operação (use uma mesma quantidade de anos para esta análise);
  • Pay-back – em quanto tempo o negócio terá se pago, isto é, em quantos anos teve de volta o valor que investiu inicialmente.

Golden Visa ou Visto D7? Veja qual dos dois vistos melhor se encaixa no seu perfil.

Franquias de Baixo Investimento em Portugal: uma boa opção

Esta é uma opção muito interessante não só para os empreendedores que não possuem alta disponibilidade de capital, mas também para aquelas pessoas que acabaram de chegar em Portugal e ainda não têm disposição ou têm receio de realizar grandes investimentos.

Ao contrário do que possa estar imaginando, apesar de o negócio potencialmente não trazer um alto valor de retorno mensal, geralmente as franquias que têm baixo valor de investimento têm excelentes indicadores financeiros, tais como:

  • Poderá apresentar uma boa margem líquida de lucro por se tratar de operações mais enxutas;
  • O valor que investiu inicialmente poderá retornar para si em um menor tempo do que comparado com as maiores operações, podendo ter o pay-back facilmente com até um ano e meio de operação;
  • Devido ao baixo valor investido e com grande potencial em ter um rápido pay-back, conseguirá estar multiplicando o valor que investiu constantemente.

Neste tipo de operação, por se tratar de uma operação enxuta, deverá ter cuidado com os custos fixos da operação, pois eles que estão sugando seu suor!

Portanto, tenha bastante atenção para que não tenha um grande valor de aluguel de espaço, não tenha consumos excessivos nas contas de básicas de energia, gás e água, cuidado com a quantidade de pessoas que estará contratando e com a produtividade delas, e por fim, atenção que nestes casos poderá ser adotada a remuneração do franqueador através do fee fixo.

É preciso acompanhar de perto e pôr a mão na massa

Em todo negócio devemos ter a filosofia que “o olho do dono que engorda a carne”.

Essa é umas das exigências do mercado de franquias, onde é imposto pelo franqueador que o franqueado acompanhe de perto o seu negócio. Mas quando falamos de franquias em Portugal de baixo valor de investimento, além do “olho do dono” será necessário que o franqueado ponha, literalmente, “a mão na massa”, não contratando gestores a mais e aumentando os custos com mão de obra.

franquias em Portugal de baixo investimento vending

Exemplos de franquias em Portugal com baixo valor de entrada

  • DS Crédito (5 mil €) – negócio com base na intermediação de crédito que presta, a particulares e empresas, um serviço de aconselhamento personalizado e independente em todo o tipo de operações de crédito bancário, aconselhando e apresentando as melhores e mais vantajosas soluções de financiamento, bem como as mais baixas prestações mensais para os seus créditos;
  • DS Seguros (5 mil €) – negócio com base na mediação de seguros que presta, a particulares e empresas, um serviço de aconselhamento personalizado e independente em todos os ramos e tipos de seguros;
  • Grab & Go (0 €) – conceito de lojas automáticas, abertas 24 horas por dia, em todos os dias do ano, oferecendo refeições e bebidas quentes, aperitivos e snacks, bebidas frias, chocolates e produtos não alimentares;
  • House 360 (4.500 €) – mediação e gestão de obras desde à construção de raiz, à uma reabilitação urbana ou uma simples remodelação, atuando na obtenção de vários orçamentos e até ao acompanhamento permanente da atividade e comportamento dos executores em obra;
  • Max Finance (1 mil €) – direcionada a particulares e empresas, presta um serviço de intermediação de crédito e seguros independente, com base na elevada experiência do mercado imobiliário do Grupo Remax.

Ficou interessado em franquias em Portugal de baixo investimento? Confira os próximos passos

Primeiramente, será necessária a constituição de uma empresa em Portugal. Não é preciso ser nacional e nem residente legal em Portugal para este efeito, em regra bastando que os sócios sejam detentores de um NIF (equivalente ao CPF brasileiro) e que contratem um contador (contabilista) para a sociedade.

Com a empresa constituída, será possível firmar o contrato com o franqueador escolhido. Conforme referimos acima, tenha sempre em atenção não apenas os números apresentados pelos franqueadores, como também a sintonia do negócio com o seu perfil.

Para escolha e contratação de um franqueador, também poderá contar com a ajuda de empresas e/ou profissionais especializadas que poderão te assessorar em todo processo, desde a busca por empresas em que seu perfil se enquadre, até a negociação final dos termos de contrato, garantindo maior segurança, agilidade e comodidade.

Por fim, ressaltamos que caso ainda não tenha Visto para que possa residir em Portugal legalmente, este processo de contratação de franquia também te possibilitará (para você e seus sócios) o direito à solicitação do Visto D2 destinados a imigrantes empreendedores.

Agora que você já sabe como é o processo para abrir uma franquia em Portugal de baixo investimento, se precisar de ajuda qualificada, não deixe de nos contactar na Atlantic Bridge.

Artigo publicado no site Euro Dicas: https://www.eurodicas.com.br/franquias-em-portugal-de-baixo-investimento/

Autor: Pedro Pessoa
Empresarial

Como investir em imóveis em Portugal e ter rendimentos acima da média

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Tem investido em CDB em banco brasileiro? Confere o rendimento do último ano. Ele está minguando, não é? E a tendência é só piorar. Investir em renda fixa não garante mais o futuro de ninguém. Receber juros líquidos, depois da mordida dos impostos, de 5% ao ano com 4% de inflação significa na verdade ganhar míseros 1% ao ano em termos reais. Seriam necessários 69 anos para dobrar o capital! Uma das soluções é investir em imóveis em Portugal, pois rende muito mais que o velho CDB (Certificado de Depósito Bancário), mais que imóveis no Brasil e mais que em qualquer país da Europa Ocidental.

Saiba abaixo como investir no mercado imobiliário português, os melhores setores de investimento, como calcular gastos e lucros e se vale a pena. Caso queira falar com um especialista clique aqui.

Investir em imóveis em Portugal: um mercado imobiliário rentável

É possível conseguir os tão desejados e agora saudosos 1% ao mês ao investir em imóveis em Portugal. Não é todo dia, mas é factível. Exige um pouco de procura e seleção e decisões sensatas. Há de considerar a valorização expressiva dos imóveis cujos dividendos não param de crescer, porque as receitas principalmente de turismo também continuam em ritmo ascendente.

Portugal é um mercado com liquidez

Não há nada mais satisfatório do que investir em um mercado com liquidez e preços ascendentes como o de Portugal de hoje. Entre as diversas razões para este sucesso destacamos segurança, hospitalidade, clima, impostos, oferta turística diversificada e custos baixos.

Encontre um país que reúne esses seis pontos fortes e terá a GARANTIA de um mercado imobiliário sólido e ativo. Os turistas precisarão de camas para dormir e os imigrantes de casas para morar. Os moradores locais ganham mais e também compram mais imóveis. Simples assim.

A proposta de valor de Portugal, ou seja, a relação entre o quanto o país entrega e aquilo que cobra, é uma das melhores do mundo. É um posicionamento competitivo de alto nível.

como investir em imóveis em Portugal aluguel

Fonte: Atlantic Bridge / Fipezap / Global Properties

Não é à toa que os preços dos imóveis reagiram com força. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, os centros históricos de Lisboa e Porto valorizaram 72% desde 2016.

Então é melhor comprar casa em Portugal no Algarve, Lisboa ou Porto? Eu explico tudo nesse artigo, confira.

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Programas de incentivo para investir em imóveis em Portugal

Tanto o programa de Golden Visa como o de residente não-habitual vem atraindo muitos investidores e profissionais de alta renda para o pais. Após 5 anos de investimento é possível, ainda, solicitar a cidadania portuguesa.

Como investir em imóveis em Portugal? Veja as melhores opções

1. Imóveis para turistas (alojamento local)

Com receitas crescendo 70% desde 2011, o turismo já compõe 10% do PIB português, sendo uma grande fonte de receitas para negócios imobiliários. A ocupação média dos imóveis destinados ao aluguel de curto prazo (alojamento local) nos principais centros de turismo é de 78% para diárias médias de 127 euros em Lisboa e 105 euros no Porto, segundo o INE.

O aluguel se concretiza através dos market places (plataformas) como AirBnB e Booking que cobram comissão entre 3% a 15%. O gerenciamento do imóvel pode ser totalmente terceirizado com uma equipe que cuide desde definição de preços até a lavagem dos lençóis, que irá cobrar entre 20% e 30% das receitas.

Os custos adicionais são de consumo (água, eletricidade e gás), tv e internet, IMI (similar ao IPTU), condomínio, seguros e manutenção. O imposto de renda é cobrado em sistema similar ao lucro presumido brasileiro, quando a exploração é através de pessoas físicas.

Rentabilidade de Exemplo RealAnual
Diária75€
Ocupação80%
Receita mensal de alojamento1.800€
(+) Taxa de limpeza e outras despesas108€
Faturamento mensal1.908
(-) Consumo (água, luz, gás, condomínio, IMI, seguro, internet, TV)– 209€
(-) Manutenção41€
(-) Comissão Plataforma-153€
(-) Gerenciamento, Limpeza, Lavagem-477€
(-) Impostos-167€
(=) Lucro861€
Aquisição Imóvel155 mil €
Retorno bruto % ao ano15%
Retorno líquido % ao ano7%

O potencial de retorno do investimento deve ser gerenciado levando em conta quatro decisões principais: localização, gerenciamento, tributação e estado inicial do imóvel.

Cada cidade, bairro e rua tem uma relação diferente entre diária e ocupação esperada e o preço de aquisição do imóvel. Por exemplo, imóveis em Lisboa são 80% mais caro que o Porto, contudo a diária média é apenas 20% mais cara.

imóveis Portugal

Fonte: Atlantic Bridge / Fipezap / Global Properties

As mesmas diferenças podem ser verificadas entre bairros e ruas de uma mesma cidade, cabendo ao investidor tomar as melhores escolhas.
O gerenciamento de um imóvel por terceiros custa em média 25%, tornando a decisão de gestão própria extremamente vantajosa, abrindo possibilidade de um retorno ainda maior.

Imóveis por reformar podem ser boas oportunidades

Em relação à tributação, imóveis localizados dentro das áreas de reabilitação urbana (ARUs) tem imposto de renda cerca de 40% menor.
Por último, investir em um imóvel que necessitam de reformas, fará com que o preço de aquisição reduza e acabe por ajudar no retorno total do investimento.

Conheça os 12 obstáculos a ultrapassar para comprar casa em Portugal.

2. Imóveis para estudantes

Apenas 12% dos 113.813 alunos que estudam longe de casa são atendidos por alojamentos do governo em Portugal, o resto tem que se virar em um mercado onde não há nova oferta suficiente.

A equação é simples de entender. Mesmo que toda nova construção residencial, turística e estudantil fosse direcionada exclusivamente ao mercado de estudantes, ainda não seria suficiente. Só no Porto e só no mercado estudantil foram 3 mil novos alunos no último ano para um total de construção de 2.200 unidades.

O mercado de estudantes é extremamente resiliente. A educação não pode esperar. Os pais fazem de tudo para ter a melhor opção que o bolso permitir. O tamanho do mercado estudantil nunca baixou do patamar alcançado após a entrada do país na União Europeia.

O market place de referência é o Uniplaces que cobra uma comissão de 8%. O gerenciamento do imóvel é mais simples, pois não há demandas diárias de hóspedes e a cobrança irá ficar entre 10% e 15% das receitas.

As despesas de água, eletricidade, gás podem ser por conta do inquilino, restando o pagamento de internet, IMI (similar ao IPTU), condomínio, seguros e manutenção. O imposto de renda é uma taxa única de 28% sobre as receitas menos algumas despesas dedutíveis, quando a exploração é através de pessoas físicas.

Exemplo real de alojamento estudantilValores
Aluguel por quarto375€
Quartos5
Aluguel mensal1.875€
(-) Condomínio, IMI, Seguros, Internet, TV, Manutenção– 150€
(-) Comissão plataforma– 150€
(-) Gerenciamento– 188€
(-) Impostos– 394€
Lucro994€
Investimento200 mil €
Retorno bruto ao ano11%
Retorno líquido ao ano6%

3. Imóveis residenciais para aluguel

Com a grande demanda de investidores e estrangeiros e muitos anos sem lançamentos de novos imóveis, Portugal vive a tempestade perfeita para quem procura um imóvel para alugar nos grandes centros, como Porto, Lisboa e Algarve.

Embora a procura por aluguel residencial não seja explosiva, encontra oferta praticamente inexistente. Um imóvel é muitas vezes alugado no mesmo dia que é anunciado.

Os market places são os tradicionais como Imovirtual, Idealista e OLX que são de graça.

O gerenciamento do imóvel é o mais simples de todos e cobra 10% das receitas. As despesas de água, eletricidade, gás são por conta do inquilino, restando o pagamento de internet, IMI (similar ao IPTU), condomínio, seguros e manutenção. O imposto de renda é uma taxa única de 28% sobre as receitas menos algumas despesas dedutíveis, quando a exploração é através de pessoas físicas.

Exemplo real de aluguel residencialValores
Aluguel mensal750€
(-) Condomínio, IMI, Seguros, Manutenção-110€
(-) Gerenciamento-75€
(-) Impostos-41€
(=) Lucro 525€
Investimento200 mil €
Retorno bruto ao ano5%
Retorno líquido ao ao3%

4. Outras opções

Há ainda outras opções de investimento são hotéis, escritórios, imóveis comerciais (lojas e grandes comércios).

Quer saber mais informações sobre quanto custa uma casa em Portugal? Leia esse artigo.

Ganhos na valorização para investir em Imóveis em Portugal

A mais simples estratégia para aproveitar um mercado vigoroso é comprar um imóvelem Portugal e esperar pela valorização. É um negócio de baixa complexidade e que alta probabilidade de sucesso no momento atual do mercado imobiliário português.

Imóveis na planta

A compra um imóvel na planta embute a valorização decorrente da regra básica de que quanto mais perto da entrega, mais valioso será um imóvel.

A diferença de preço entre um terreno vazio e um imóvel pronto e operando fica entre 25% a 60% em Portugal. Em um mercado aquecido, um projeto de qualidade precificado de forma justa para compra na planta terá um potencial de valorização entre 10% e 25% na entrega.

A vantagem é que o investidor pode parcelar o pagamento e pagar somente 50% do imóvel para ter acesso a 100% da valorização. É uma forma de alavancagem dos resultados.

Reforma e construção

A perspectiva de retorno fica ainda mais interessante quando o investidor se propõe a encarar a obra. Seja um incorporador na Europa, compre prédios e terrenos, aprove projetos, toque a construção e venda e capture um valor ainda maior.

É uma atividade mais exigente em termos de capital e expertise, porém com resultados fantásticos em moeda forte.

Comprar um terreno ou prédio para reformar dará margens da ordem de 15% a 30%, o que por si só já é muito bom. Para tornar o resultado ainda mais atrativo, é perfeitamente possível obter um financiamento de até 100% da construção, muito embora os bancos geralmente não financiam o investimento no terreno, proporcionando retornos acima de 100%.

Financiamento

Os bancos portugueses têm uma imensa familiaridade com clientes estrangeiros. O procedimento para abrir contas é extremamente simples e a concessão de financiamento de imóveis em Portugal a não-residentes é muito comum.

A concorrência entre os bancos é intensa, então vale à pena verificar qual banco está oferecendo as melhores condições para o seu caso em especial.

Os custos geralmente incluem a taxa básica, conhecida como Euribor – equivalente à Selic, uma taxa de juros adicional, conhecido como spread, mais os custos de seguro de vida e do imóvel e taxas administrativas. Na contratação ainda incluem taxas de avaliação do imóvel e do crédito.

O percentual financiado varia de 60% a 90% do valor de aquisição do imóvel, dependendo do perfil de crédito, do uso do imóvel – investimento, primeira, segunda ou terceira moradia, local de residência e do valor da avaliação do imóvel.

O brasileiro não-residente pode contar com financiamento de 60% a 70% da aquisição com spreads da ordem de 1,5% ao ano e prazo máximo de 30 anos nas condições atuais de mercado.

Com custos tão baixos é um ótimo negócio financiar o investimento imobiliário em Portugal. É uma forma recomendada de aumentar o retorno do capital empregado. Um imóvel que tenha um retorno líquido sobre o valor do imóvel de 7%, em 70% com juros de 1,5% ano, elevaria o retorno do capital investido para 15% ao ano, um número invejável em qualquer local do mundo.

Retorno ao investir em imóveis em Portugal, é bom?

É claro que é bom. É melhor do que as aplicações no velho CDB, é melhor que investir um apartamento para alugar no Brasil, é melhor do que investir nos principais países da Europa e tem oportunidade para obter 1% ao mês ou mais sobre o capital investido.

E é seguro. O turismo que impulsionou o imobiliário português, veio para ficar. Portugal teve uma mudança de paradigma e continuará havendo o interesse por um país que é seguro, interessante e barato. Portanto, vale a pena investir em imóveis em Portugal.

Entretanto, é preciso entender de mercado imobiliário e também de investimentos no exterior. Se você não tiver experiência, recomendamos que você faça tudo com a orientação de um consultor. A nossa empresa tem ajudado muitos brasileiros a realizar investimentos em Portugal. Faça sua cotação do serviço sem compromissos. Clique aqui para maiores informações e detalhes entre em contato conosco. 

Confira também um guia passo a passo para comprar imóvel em Portugal.

Autor: Marcio Fenelon
Investimento Imobiliário