Desconfio de quem acha que o passado foi melhor. O saudosista quase sempre tem uma falha da memória, esquecendo os perrengues e guardando apenas as coisas boas.

Eu não sou desse tipo – adoro a modernidade, mas uma coisa que eu sonho acordado é voltar para tempos em que o investimento no Brasil era algo mais simples.

Investir era fácil demais. Colocava no CDI e relaxava. Nada de pensar em estratégias e selecionar ativos. O dinheiro parecia brotar do chão por milagre.

De 2000 a 2016 foram incríveis 810% de CDI contra uma inflação de 200%. Uma aplicação de R$100 virou R$910 no bolso. Atualizando o capital inicial pela inflação resulta em R$300, ou seja, o lucro real foi de R$610, que representa 4,5% ao ano.

Esse valor é uma aberração, uma verdadeira jabuticaba, que também só cresce em Terra Brasilis.

Em qualquer outro local do mundo, aplicações de baixo risco e curto prazo rendem muito, mas muito pouco mesmo. Normalmente perde da inflação.

Não se engane, o desempenho passado não deve se repetir. Felizmente – acredite, é o melhor para o país – o CDI morreu.

Hoje o danado rende míseros 6,4% por ano brutos, 5,4% depois dos impostos e apenas 1,6% tirando a inflação. À essa taxa, seriam 44 anos de lenta tortura para conseguir dobrar o capital.

A boa notícia é que ele caiu porque controlamos a inflação, sinal de uma economia mais saudável, além de que um CDI raquítico incentiva a busca de alternativas financeiras e empresariais, gerando riqueza e empregos.

Em vez de ficar parado vendo o dinheiro sumir lentamente, o melhor é ter aplicações com perfil de risco similar, mas que consigam um retorno exponencialmente maior.

É aí que entra o bom e velho imóvel.

Primeiro porque é simples de entender. Compre, alugue, receba mensalmente, pague a manutenção de vez em quando, e quando o preço estiver bom, venda, compre um novo imóvel e repita o ciclo.

Também tem a questão da segurança física e jurídica. A posse jurídica de um imóvel é ponto pacífico em qualquer país democrático e ninguém conseguirá colocar uma casa nas costas para roubar.

Além disso, tem o total controle sobre os destinos do investimento. Aumenta aluguel, troca inquilino, reforma ou vende o imóvel, o destino está todo na mão do dono do ativo.

Não há muita dúvida que um ativo imobiliário é a opção mais próxima em termos de risco e segurança em comparação ao CDI, porém desde já informo que a perspectiva de retorno é infinitamente maior.

Aqui no velho continente, por exemplo, tem investimento com retornos líquidos de 6% (depois de pagar despesas e impostos) para quem colocar o imóvel para alugar.

Compare isso com o velho e cansado CDI e entenda a diferença para o seu futuro financeiro. São 44 anos para dobrar o capital no CDI e 12 anos para fazer a mesma coisa com um imóvel na Europa.

Eu até tenho dificuldade de entender porque as pessoas ainda insistem em investir seu suado dinheiro em uma opção que tem altíssima probabilidade de deixá-las pobre com o CDI.

Também não consigo entender porque alguns resolvem colocar todos os seus ovos numa única cesta.

O mais inteligente é ter umas coisinhas espalhadas em várias cestas por aí.

Um imóvel rendendo em euros é uma excelente forma de diversificação. Quando seus investimentos no Brasil estiverem sofrendo com alguma crise, não só o euro irá disparar, como o retorno dos ativos subirá com aluguéis mais altos e valorização do imóvel na Europa. É uma tripla valorização.

Quem se posicionou em um imóvel em Portugal segundo minhas recomendações de 2016, está dando risada sozinho com o crescimento dos aluguéis e a valorização que já aconteceu.

Porém ainda tem muita lenha para queimar nesse mercado. Alguns segmentos e localizações só começaram a reagir recentemente, com um cenário de queda do desemprego e PIB crescentes, em um ciclo virtuoso muito interessante.

O CDI morreu, mas você não precisa morrer junto.

Abraço,
Marcio Fenelon 

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Autor: Marcio Fenelon
Investimento Imobiliário

Disclaimer

O relatório reflete única e exclusivamente a opinião pessoal do especialista.

O estudo é baseado em informações disponíveis ao público, consideradas confiáveis na data de sua publicação.

O conteúdo contém estimativas baseadas em expectativas que estão sujeitas a mudanças e que podem não se confirmar.

Os destinatários devem fazer suas próprias análises e tomar a decisão de investimento única e exclusivamente com seu próprio julgamento.

Embora o relatório seja gratuito, a Atlantic Bridge estabeleceu parceria para receber remuneração caso haja concretização de negócio.

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