O poder de mobilidade dos passaportes de diferentes países do mundo é avaliado constantemente através de uma pesquisa realizada pela consultoria de investimentos internacionais H&P – Hanley & Partners.
O ranking global está organizado de acordo com o número de países que seus cidadãos podem visitar sem a necessidade de visto. Quanto maior o poder de circulação, mais valioso é o seu passaporte. Portugal, mais uma vez, está no topo dessa lista e está na quinta colocação, com um dos passaportes mais poderosos para viajar em 2022, permitindo liberdade de acesso a 187 países.

Como é desenvolvido o ranking?

O Henley Global Mobility Report avalia, a cada trimestre, os passaportes mais influentes do mundo, tendo em conta os dados fornecidos pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).  O ranking inclui 199 passaportes diferentes e 227 destinos internacionais.  Está baseado em análises geopolíticas e com foco nas realidades que moldam o mundo, como mudanças climáticas, diversificação da cidadania e até crises, como a do Covid-19. A análise, conduzida por acadêmicos e especialistas, é atualizada a cada trimestre. 

Quais os países em destaque no ranking?

Dois países dividem a 1ª colocação do ranking: Japão e Singapura fornecem passaportes que permitem acesso livre a 192 países. Alemanha e Coréia do Sul seguem na 2ª colocação, com facilidade de entrada em 190 países. Finlândia, Itália, Luxemburgo e Espanha ocupam o 3º lugar (acesso a 189 países); enquanto Áustria, Dinamarca, França, Países Baixos e Suécia aparecem em 4º (188 países). A diferença entre a primeira e a quinta colocação -onde se situa Portugal e Irlanda– é de apenas 5 países.
O Afeganistão aparece no fim da lista, em 111º lugar, com um passaporte que permite entrada livre em apenas 26 países. Já o passaporte brasileiro dá atualmente acesso a 169 países, colocando o Brasil em 20º lugar desta lista.
Curiosamente, na sua primeira edição, realizada em 2006, a média global de países que podiam ser visitados sem vistos era de 57. Esse ano, esse número praticamente dobrou, chegando a 107. Esse progresso na mobilidade acontece sobretudo no contexto europeu, norte-americano e nos países asiáticos mais poderosos.
O relatório aponta ainda que as diferenças entre os países do Norte e do Sul começaram a ficar mais patentes devido ao aparecimento da variante Ómicron, que impôs novas restrições às viagens ao continente africano.

Quem pode obter passaporte português?

Ter um passaporte português é a certeza de abrir um mundo de possibilidades. Todo cidadão português, seja por nacionalidade atribuída (originária) ou adquirida, tem direito ao passaporte.
A lei portuguesa é bastante abrangente nas hipóteses de aquisição ou atribuição de nacionalidade portuguesa por estrangeiros. Ela prevê a possibilidade de atribuição de nacionalidade portuguesa para filhos de pai ou mãe portuguesa, nascidos no estrangeiro, através da manifestação da sua vontade.
Há ainda a possibilidade da aquisição de cidadania por via do casamento ou união estável, após 3 anos de união.
Residir legalmente por cinco anos em território português também pode permitir a aquisição de cidadania por naturalização. Além destes, os descendentes de judeus sefarditas também podem solicitar a cidadania portuguesa.

Quais as vantagens de ter um passaporte português

  • Ser um cidadão europeu e poder viajar sem visto para 187 países
  • Desfrutar da qualidade de vida de Portugal, clima ameno, segurança, bons serviços públicos na área de saúde e educação
  • Facilidade de locomoção dentro do país em para outros países vizinhos
  • Poder viver em e trabalhar em qualquer um dos países da União Europeia
  • Viver num país que possui custo de vida baixo
  • Possibilidade de transferir a nacionalidade para familiares

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Silvia Resende
Silvinha é jornalista na Atlantic Bridge. Baiana, chegou a Portugal em 2015 para construir uma nova vida junto com a sua família. É graduada em Comunicação pela UFBa, no Brasil, e Mestre em Ciências da Comunicação, pela Universidade do Porto. Já trabalhou como apresentadora de TV, repórter, produtora de eventos, relações-públicas e guia de turismo no Porto. Adora viajar e desbravar o patrimônio cultural de cada lugar por onde passa. É mãe da Malu, de 8 anos, e acha que o Porto é o lugar ideal para educar uma criança.